ORIGEM

Escravas da Santa Eucaristia e da Mãe de Deus

Mais história

A nossa origem

“O papa Pio XII aprovou a Congregação a 10 de janeiro de 1949, poucos meses antes de a Madre Trindade falecer em Madrid, no dia 15 de abril”.

Nascemos em Granada, Espanha, no dia 11 de abril de 1925. Somos o fruto da resposta de amor e de fidelidade de uma mulher de fé, Madre Trindade Carreras Hitos, que – depois de fazer uma leitura da sua história pessoal e contemporânea à luz da fé, e de ter cotejado e confirmado as suas intuições com as do arcebispo de Granada, cardeal Casanova y Marzol – sentiu a necessidade de abrir o seu mosteiro à adoração do Santíssimo Sacramento e à educação de meninas sem recursos financeiros ou sem família.

A Providência tem os seus caminhos e, embora tenhamos nascido como Capuchinhas Clarissas Eucarísticas no Santuário de Nossa Senhora do Espinho de Chauchina (Granada), a Igreja define a nossa Congregação como Escravas da Santíssima Eucaristia e da Mãe de Deus. A primeira casa desta nova família religiosa é o Santuário Nossa Senhora de Gádor, em Berja (Almeria), fundada pela Madre Trindade.

Em 1936, os dolorosos acontecimentos ocorridos em Espanha obrigaram as religiosas a sair deste país para um local mais seguro; a Congregação rumou, então, para Portugal, onde se consolidou e cresceu, amparada pelo cardeal Cerejeira, patriarca de Lisboa. A Madre Trindade abriu comunidades em Braga, Porto, Lisboa, Laveiras e Viana do Alentejo.

Quando a guerra civil terminou, regressou a Espanha e, unicamente guiada pelo que entendeu ser a vontade de Deus, ousou abrir novas comunidades em Ourense, Bilbau, Granada e Madrid. Viajou duas vezes até Roma, para solicitar a aprovação das Constituições e a bênção do Santo Padre para a obra que tinha fundado.

HOJE

... vamos fazendo a caminhada da nossa maturidade humana e da fidelidade religiosa, com a ajuda do amor mútuo e da oração.

Nosso Hoje

“Nós, Escravas da Santíssima Eucaristia e da Mãe de Deus, vivemos a nossa consagração adorando Jesus Cristo presente na Eucaristia e, iluminadas pelo exemplo maternal da Virgem de Maria, vivendo a missão apostólica que nos foi confiada a favor da Infância e da Juventude, especialmente da mais necessitada”.

Mulheres apaixonadas por Jesus Cristo, vivemos em fraternidades, procurando ser estímulo mútuo de esperança, de paz e de alegria; nesta realidade humana plural que é cada comunidade, vamos fazendo a caminhada da nossa maturidade humana e da fidelidade religiosa, com a ajuda do amor mútuo e da oração.

A vida fraterna em comunidade é o clima onde cada uma reconhece que, por vocação, somos chamadas a viver a experiência profunda do amor recíproco. Consideramos graça de Deus termos sido chamadas a viver como comunidade eucarística. No serviço da educação cristã vemos uma plataforma evangelizadora privilegiada para a implantação do Reino de Deus em todos os países onde estamos presentes.

“O rosto da Congregação tornou-se um bonito arco-íris

de cores, raças e culturas e um esboço da nova humanidade, onde todos serão iguais sem terem de perder a sua identidade”.